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terça-feira, 16 de abril de 2013

DEFINIÇÃO E ORIGEM DAS RELIGIÕES


Religião é um conjunto de crenças sobre as causas,natureza e finalidade da vida e do universo, especialmente quando considerada como a criação de um agente sobrenatural; ou  a relação de seres humanos ao que se considera como santo, sagrado,espiritual ou divino. A maioria das religiões procuram dar sentido a vida e tendem a derivar em moralidade, ética, ou em um estilo de vida com idéias sobre o cosmos e a natureza humana.A religião em muitos lugares faz uso da música , da arte e da meditação. Em muitos lugares tem sido associada a instituições públicas como educação,família,poder e política.
Ao longo da humanidade, o homem adorou a deuses com a mesma intensidade em todos os lugares. Os deuses das épocas primitivas eram animais e apenas muito mais tarde apareceram com formas humanas . Em todos os momentos cruciais e críticos da vida, desde o nascimento até a morte, os deuses continuam exercendo sua influência. Quando a mente humana indaga sobre a criação do mundo, a resposta apresenta-se sob a forma de casualidade. No princípio era o caos, o vazio infinito e Deus criou o universo.
A existência está toda entrelaçada pelo ciclo de transformação, o nascimento, a vida, a morte e o renascer;  é um interminável  fenômeno na existência que nossa mente ainda não atingiu a maturidade do entendimento.
A ciência explica a explosão do átomo e o surgimento da vida através da matéria, mas a mente humana tenta entender os mistérios do espírito que dá origem a fé,as religiões e as superstições.

terça-feira, 9 de abril de 2013

A EXPLICAÇÃO CIENTÍFICA PARA A ORIGEM DO UNIVERSO


Sob o ponto de vista científico as explicações sobre o universo divergem das crenças populares. . Inicialmente é preciso explicar que o mundo ou o universo não é composto apenas do planeta terra. A terra é apenas o planeta de uma  Galáxia. O Universo é composto de várias galáxias nas quais existem infinitos planetas. Tudo isso foi comprovado cientificamente já há centenas de anos. Todo o estudo efetuado ao longo da história da humanidade apenas nos permitiu conhecer pouco sobre os outros planetas e galáxias existentes além deste no qual estamos instalados. A camada azul que vemos quando olhamos para o céu, são gases que pela predominância do oxigênio que é azul adquire esta cor.Portanto quando alçamos um vôo para cima e ultrapassamos a atmosfera , que é esta camada de gases o que se vê é uma imensidão negra com muitos mistérios a serem decifrados.  A teoria científica  mais aceita sobre a origem do Universo é chamada de BIG BANG.  Segundo esta teoria, o mundo teria surgido há cerca de 13,9 bilhões de anos a partir da dissolução de um bloco que  explodiu e até hoje continua em expansão. Isto explica-se pelo fato de estar havendo sempre um distanciamento maior  entre nós e as demais galáxias. Se a distância entre as galáxias está aumentando, elas deveriam estar mais próximas no passado. Para testar esta teroria tem sido feitas simulações, utilizando grandes aceleradores de partículas , resultando em significativa confirmação da teoria.
Não quero aqui pregar o fim das crenças populares, nem colocar-me em posição oposta a nenhuma das formas que as pessoas tem de acreditar em um criador supremo da vida e do universo. Quero apenas dar uma luz, no sentido de que existe toda uma base científica a partir da qual surgiram os grandes progressos da humanidade.  Porém esta questão está aberta e continuará por todo o sempre.  Os mistérios do mundo vão sendo decifrados, porém novos desafios irão surgindo e assim a humanidade caminhará  por séculos e séculos. 

quinta-feira, 4 de abril de 2013

FAMÍLIA CAVALCANTE DE TAPIRAÍ-BREVE HISTÓRICO

Família Cavalcante-Foto de 1962

Paulo Cavalcante Magalhães nasceu em junho de 1914 no município de Senador Pompeu no Estado do Ceará e Jovina Ferreira Magalhães nasceu naquele mesmo ano, no mês de janeiro no município de Ibicuã, no mesmo estado.  Casaram-se e depois de terem três filhos, no início da década de 1940, decidiram mudarem-se para o Estado de São Paulo, por influência de alguns parentes que moravam onde atualmente localiza-se o município de Tapirai. Assim sendo, rumaram com três crianças pequenas e de posse de suas roupas e alguns utensílios a bordo de um caminhão de transporte de passageiros denominado na época vulgarmente de “pau de araras” até a cidade de Petrolina em Pernambuco. Lá embarcaram em uma embarcação rudimentar na época denominada de “vapor” (provavelmente porque era movida por uma caldeira) até a cidade de Bom Jesus da Lapa , já no Estado da Bahia. De lá´ embarcaram em um outro “pau de arara” até chegar a Tapiraí, no bairro da água doce, onde ficaram hospedados na casa de um primo, comerciante, chamado José Ribeiro Chaves. A viagem durou cerca de 40 dias, visto que na época não existiam estradas em todo o trecho, obrigando o transporte fluvial. Além disso as estradas existentes eram quase todas sem asfalto.
Após sua chegada ao bairro da Água Doce, Paulo foi trabalhar com seu primo José Ribeiro em atividades extrativistas relativas a madeira, carvão vegetal e palmito. Os primeiros anos foram demasiadamente sofridos , principalmente devido às dificuldades de adaptação ao clima frio e chuvoso de quem vinha de uma terra quente com muito sol. Paulo confessou por várias vezes, que nestes primeiros anos seu grande sonho era juntar dinheiro suficiente para retornar ao Ceará, porque estava sofrendo muito por aqui. Porém, dadas as dificuldades em ganhar dinheiro suficiente para o retorno foram ficando e acabaram por acostumarem-se.
Por um breve período mudaram-se para o município de Rancharia na região Oeste de São Paulo onde nasceram dois filhos do casal, dos quais, uma menina faleceu ainda recém nascida.
Decidiram então voltar a Tapiraí, fixando residência novamente no bairro da água doce onde nasceram entre os anos de 1945 e 1956, mais 9 filhos, dos quais apenas 7 sobreviveram. Restou portanto uma família formada pelos pais e onze filhos, sendo 7 do sexo feminino e 4 do sexo masculino. Ali viveram até o final da década de 1960, sempre trabalhando nas atividades extrativistas e na criação de animais. Criavam gado, cavalos, porcos, cabritos, perús, galinhas, gansos, marrecos e coelhos. Os dois filhos moços trabalhavam com o pai nos serviços de carvão, madeira e palmito e as moças e os filhos mais novos cuidando das criações e de uma pequena “venda “ onde comercializava-se alimentos e bebidas.
No ano de 1968, quando duas das filhas e um dos filhos já haviam se casado, mudaram-se para Tapiraí, onde compraram um armazém de secos e molhados. Nesta época houve uma melhoria substancial na vida da família que passou a trabalhar num serviço menos penoso. Pela primeira vez a família veio a morar numa casa com energia elétrica. As propriedades no bairro da água doce foram vendidas e Paulo adquiriu um pequeno sítio de 5 alqueires nas proximidades da cidade onde continuou a pequena criação de gado.
Paulo Cavalcante Magalhães, faleceu em 1972 aos 58 anos de idade, pouco tempo depois de ter adquirido seu primeiro veículo, uma Rural Willis ano 1967. Na época ocupava o cargo de presidente da Câmara de Vereadores de Tapiraí. Após sua morte o comércio passou  a ser administrado por dois de seus filhos Edmirso Ferreira Cavalcante e José Ferreira Cavalcante. O filho mais velho Erlito Ferreira Cavalcante estabeleceu-se em Juquiá e elegeu-se vice-prefeito e posteriormente prefeito daquela cidade. Mais tarde o filho Edmirso também ocupou o cargo de vereador e presidente da câmara de Tapiraí.
Atualmente a família Cavalcante de Tapiraí é composta por mais de 100 pessoas entre filhos, netos, bisnetos e respectivos cônjuges.  Existem na família Advogados, Engenheiros, Psicólogos, Tecnólogos, Professores, Policiais , Enfermeiras , comerciantes, donas de casa e trabalhadores das mais variadas áreas. Todos derivados da união do Paulo e da Jovina.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

A NECESSIDADE DE APERFEIÇOAR A DEMOCRACIA NAS PEQUENAS CIDADES


Vivencio  a história da política brasileira há quase 40 anos, desde que votei pela primeira vez. Talvez aquela eleição de 1974 tenha sido um marco na história do país, visto que estávamos em pleno regime militar e as disputas eleitorais diretas se restringiam a eleição de prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais  e senadores. No caso dos senadores apenas parte deles  eram eleitos e os demais nomeados pelo regime. Eram eleitos de forma indireta  os prefeitos das capitais , os governadores de estado e o presidente da república. Não nos cabe aqui detalhar estes processos, porém evidenciar que chamava-se de democracia a um regime ditatorial em que os militares não queriam abrir mão do poder, na luta contra o comunismo da então chamada guerra fria travada pelos Estados Unidos e a União Soviética. Digo que a eleição de 1974 foi histórica porque marcou um avanço enorme da oposição, na época representada pelo MDB-Movimento Democrático Brasileiro, única força oposicionista legal para os padrões da época, mostrando a insatisfação do povo brasileiro com a ditadura militar.
Passados todos estes anos, a democracia evoluiu e hoje temos eleições  diretas  para todos os cargos executivos e legislativos das esferas federal, estadual e municipal e uma infinidade de partidos legalizados que representam as mais variadas correntes de pensamento vigentes.
Porém ao acompanhar o processo democrático das pequenas cidades fica fácil visualizar algumas falhas no processo atual, que tentaremos enumerar sequencialmente:
1)      A Inexistência de segundo turno acaba por eleger candidatos que não significam a preferência da maioria dos eleitores. Exemplo claro disso foi a eleição para prefeito de Tapiraí em que o candidato eleito teve apenas 35 % dos votos válidos, ou seja 65 % do eleitorado, portanto a grande maioria ,  não o queriam como prefeito.
2)      Grande parte dos candidatos a vereador vê a eleição como a oportunidade de obter um emprego público. São pessoas despreparadas e malformadas sem a mínima noção do verdadeiro papel do legislador.
3)       Uma enormidade de funcionários públicos municipais se candidata a vereador buscando principalmente o afastamento das funções por três meses em que não trabalham e recebem seus salários, gerando um enorme prejuízo ao município. Mais que isso aproveitam-se dos cargos públicos que ocupam para sua auto-promoção, trocando pequenos “favores “, inerentes a sua função por votos.
A solução destas três questões não é tarefa fácil diante de um eleitorado mal informado . Me parece difícil estabelecer uma legislação capaz de inibir estas práticas tão comuns nas pequenas cidades, porém acho que o assunto deva  ser debatido na busca de soluções. Mais que isso cabe-nos pregar a mudança comportamental do eleitor para que passe a ver os candidatos como agentes de mudança e não meros perpetuadores destas práticas que só contribuem para a eterna estagnação.

domingo, 30 de setembro de 2012

FIO E DISONE SÃO A ÚNICA OPÇÃO DE MUDANÇA


Até aqui mantive-me um pouco distante da disputa política pela prefeitura de Tapiraí, porém nesta semana que antecede as eleições acho importante divulgar minha opinião consolidada, que confesso só surgiu nas últimas semanas.
Após análise da história de vida de cada um dos candidatos, das ideias e do panorama atual da política local é fácil concluir que a melhor opção é mesmo votar em Edvaldo Pereira da Silva (FIO) e em seu vice Diosne Miguel Batista Filho para vice. Estes dois homens tem e sempre tiveram conduta exemplar na administração dos seus empreendimentos , ganhando dinheiro sim , o que não é pecado nem crime quando isso é obtido a custa de muito trabalho. Conheci o Fio ha cerca de uns quinze anos quando ele chegou a Tapiraí e instalou o seu modesto comércio no prédio do Alberto Figueiredo, ao lado de onde funcionou o armazém do meu pai na década de 70. Me lembro dele e da Mirani sua esposa me consultando a respeito de uma possível viagem para a praia no serviço de transporte que eu oferecia com uma mini-van. Pois bem estes dois construíram um imenso patrimônio com muito trabalho e luta e sempre mantiveram  a simplicidade e receptividade do povo nordestino. Já o Diosne conheço ha mais tempo. Desde criança, o filho da Dona Yolanda e do Sr Batista sempre foi uma cara agradável. Estudou , fez faculdade, fez o empreendimento herdado do seu pai modernizar-se  e crescer, mas nunca deixou de ser o garoto sorridente com o qual eu jogava futebol nas tarde de domingo no time organizado pelo Augusto Martinelli, o Gustão.
Mais que isso Fio e Diosne significam uma troca dos políticos de Tapiraí, a saída de um grupo que está ai ha mais de 20 anos no poder e não conseguiu tirar  Tapiraí da estagnação , da falta de desenvolvimento, do atraso tecnológico, cultural e esportivo. Eles são na verdade, os únicos candidatos que nunca o foram e por isso mesmo são os únicos que significam mudança.
Tomei minha decisão , nesta eleição eu voto 13 para prefeito e vice.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

A DIFÍCIL DECISÃO DE VOTAR EM ALGUÉM


Por várias vezes já difundi por aqui ideias sobre  as causas da estagnação econômica do município de Tapiraí, bem como já sugeri uma serie de medidas que seriam interessantes para quebrar o marasmo da falta de progresso .  Já escrevi também sobre qual seria o perfil ideal do futuro prefeito. Agora estamos há  um mês das eleições municipais nas quais serão eleitos, prefeito , vice-prefeito e  vereadores que governarão a cidade nos próximos quatro  anos. Fica a difícil indagação sobre qual seria a melhor escolha .
Para  prefeito  são cinco os candidatos, número de certa forma até surpreendente , uma vez que o máximo que se tinha visto por aqui eram três candidatos. Vale lembrar que destes cinco candidatos, apenas um é natural de Tapiraí , dois são naturais de outros municípios do estado de São Paulo, um é de Pernambuco  e  o outro de Sergipe.
Quanto as profissões um é dono de serraria, outro dono de supermercado, um corretor de imóveis, um funcionário público da prefeitura e o outro se declara empresário perante a justiça eleitoral, acredito que no ramo da instrução, visto que o que ele mais realça em seu perfil são as aulas de capoeira.
O  candidato mais novo tem 45 anos e o mais velho 61. Entre eles temos um de 49, um de 53 e outro de 55 anos. Todos eles são casados. Dois deles moram no Distrito do Rio Turvo, dois na sede do município e um mora em Sorocaba. Dois deles declararam ter curso superior e três apenas o ensino médio.
Quanto aos partidos que representam, um é do PT- (Partido dos trabalhadores ) que é o partido da presidente da república Dilma Russef e do ex-presidente Lula, outro do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) que é o partido do governador do estado de São Paulo  Geraldo Alkimin e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, outro pertence ao PDT (Partido Democrático Trabalhista) partido fundado por Leonel Brizola (já falecido) e que atualmente em São Paulo é comandado pelos sindicalistas da força sindical cujo expoente é o Paulinho da Força e o último pertence ao PSB (Partido Socialista Brasileiro) , cujo principal  expoente em são Paulo é a ex-prefeita Luiza Erundina.
Q uanto a trajetória política, só um já foi prefeito e teve seu mandato cassado pela câmara acusado de improbidade administrativa, porém conseguiu na justiça o arquivamento dos processos o que lhe garantiu já a segunda candidatura após o episódio. Outro já foi candidato a prefeito (não eleito) e já foi vereador . Outro é veredor atualmente, já foi vice-prefeito e presidente da câmara por várias legislaturas. Somente dois dos candidatos nunca ocuparam cargos políticos no município, embora um já tenha sido candidato a vereador.
Fica portanto aqui traçado o breve perfil dos candidatos a prefeito, com informações obtidas junto ao site da justiça eleitoral e pelo conhecimento que tenho das pessoas em função do longo tempo em que me mantenho atualizado com relação a política local. Espero que este breve perfil sirva como base para a difícil decisão sobre em quem votar, visto que nenhum deles tem apresentado propostas concretas de governo e também nenhum deles tem o perfil ideal.. Apresento abaixo tabela sintética com os dados dos candidatos listados por ordem alfabética.

Nome
Profissão
Idade
Partido
Cargo público que já  ocupou
Araldo Todesco
Dono de serraria
55
PSB
Vice/vereador
Carlos Colombo
Corretor de imóvies
61
PMDB
Prefeito
Edivaldo Pereira da Silva (FIO)
Dono de supermercado
49
PT
Nenhum
Luciano Tributino da Silva
Empresário
45
PDT
Nenhum
Luiz Carlos Braga
Func.público municipal
53
psdb
vereador


terça-feira, 31 de julho de 2012

A MINHA DESILUSÃO COM A POLÍTICA PARTIDÁRIA



Já fui um jovem idealista que acreditava que a política partidária seria a melhor maneira de mudar o país. Assim sendo militei por muitos anos como filiado de um partido, fiz parte do diretório municipal deste partido, fui presidente do partido , candidato a vereador em duas eleições e cheguei a coordenar a candidatura de um candidato a prefeito. Porém minha desilusão com a política partidária surgiu a partir de 2005 com o chamado “escândalo do mensalão”. Pessoas que até então eu considerava integras, pertencentes a este partido estavam mergulhados até o ultimo fio de cabelo, naquele que é considerado o maior esquema de corrupção já montado no país.
Desde então tenho fugido e participado muito pouco da política partidária e passei  a ser apenas um cidadão de opinião que procura interferir nos processos políticos, principalmente porque grande parte do que ganho é pago em impostos e tenho a obrigação de fiscalizar a aplicação destes recursos. Nesta minha opção, tenho percebido que um dos fatores que causam a corrupção é a cultura do nosso povo que aprendeu a conformar-se com a situação , sem reação alguma. As pessoas marcham contra a proibição da maconha, contra a discriminação as minorias sexuais, mas não tomam nenhuma atitude contra a corrupção. Tente coordenar uma marcha contra a corrupção e descobrirá que pouquíssimas pessoas irão aderir a isto.
Mas tenho esperanças de que tudo venha a mudar e para tanto é preciso que pessoas do bem se engajem em movimentos associativos como “moradores”, “profissionais”,”sindicais”, etc ; numa ampla ação contra a ação política de corrupção presente nos órgãos públicos . Na Câmara de Vereadores de Tapiraí, por exemplo,  é gasta uma grande parcela do orçamento municipal. Esta grna é gasta com salário de vereadores mal preparados, servidores mal qualificados e desnecessários e despesas dos vereadores e servidores , que são comprovadas por notas fiscais sem que nenhum cidadão tenha a ousadia de fiscalizá-las.
Portanto não me julgue  pelo que fui, nem pelo que sou, mas leve em conta o conjunto da obra. Como diria Raul Seixas “eu prefiro ser esta metamorfose ambulante do  que ter aquela velha opinião formada sobre tudo...”.